terça-feira, 4 de junho de 2013

Mona Lisa Overdrive


Kumiko, a filha de Yanaka, um chefe muito bem posicionado da Yakuza, a máfia japonesa, é enviada para a casa de Swain, um criminoso de Londres, pois seu pai acreditava que desse modo ela estaria mais segura. Lá a garotinha conhece Sally Shears, que lhe apresenta o submundo hacker, dos piratas de computador, no bar Gentleman Lose.
Kid África deixa Bobby plugado em um aparelho semelhante à Matrix, junto com a med-tec Cherry Chesterfield escondidos em um galpão perdido no Cinturão da Sucata.
Bobby é procurado por Swain, o qual está sob ordens diretas de uma entidade sensciente denominada Continuidade. Continuidade, fruto da fusão de duas inteligências artificiais distintas formadas a partir de experimentos de Inteligência Artificial da bilionária 3Jane. No livro de Gibson, as pessoas mortas, desde que ricas o suficiente, podem ter constructos armazenados na Matrix. Esses constructos nada mais são do que repositórios de personalidade e conhecimentos intrínsecos a uma consciência. Bobby, após um período muito longo de conexão, começa a morrer, com falência múltipla dos órgãos, apesar dos cuidados e apelos de Cherry Chesterfield. Após sua morte seu constructo passa a viver na Matrix. A importância de Bobby para a Continuidade é que Bobby estava de posse do Aleph, a maior quantidade possível de conhecimento no menor espaço possível.

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Fonte: http://pt.shvoong.com/books/science-fiction/2276418-mona-lisa-overdrive/#ixzz2VImJjeus

Capas do livro de William Gibson










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