VIII Coletânea Komedi


Nesta coletânea participei com duas poesias sobre Akenaton, o herege.

Orelha do livro
Chegamos ao oitavo volume da Coletânea Komedi com a certeza de que continuamos seguindo a mesma trilha inicialmente proposta. Conhecemos bem as dificuldades de acesso ao restrito mercado editorial brasileiro e, desde o primeiro volume da série, pretendemos que os livros fossem  veículos abertos e diversos de divulgação de textos e ideias. Que este livro seja, portanto, uma ponte entre cinquenta e sete autores e leitores de todo o país. Para tanto cuidamos de cada detalhe da produção e estamos certos de que nosso trabalho esteve à altura de todo o zelo com que poetas e prosadores costuraram as palavras de seus textos no rico tecido destas páginas.


Como escritor bem sei que, ao contrário do que dizem alguns, toda palavra escrita, seja em retalhos de papel, em folhas de caderno ou em arquivos de computador, ali foi colocada para ser lida. Mas ainda, o texto nasce de um escritor como uma semente, mas só ganha vida quando é lido e provoca mudanças, mínimas que sejam, nas pessoas e no mundo.
Com isso, leitor, nosso único desejo é que esta VIII Coletânea Komedi, painel heterogêneo de estilos e temas, possa ganhar vida em sua leitura e que o tecido destas páginas, como um manto generoso, possa aquecer sua alma.

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